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Acompanhantes Aliados / Baixa Porto

9 acompanhantes verificadas disponiveis

Acompanhantes Aliados: isto é o Porto a tentar parecer importante, e a conseguir, na maior parte das vezes. A Avenida dos Aliados é aquela avenida larga e arborizada que vai da Praça da Liberdade até à Câmara Municipal, e é a coisa mais próxima que o Porto tem de uma sala de visitas oficial — bancos, hotéis grandes, edifícios do poder, tudo construído de propósito para impressionar quem passava há cem anos. Ando entre Lisboa e o Porto por trabalho há muitos anos, e os Aliados é onde acabo por marcar encontros com quem quer algo central, fácil de encontrar, sem aquele lado turístico da Ribeira.

A minha colega Inês, que é do Porto, costuma dizer que “ninguém ama os Aliados, mas toda a gente os usa,” e há ali qualquer coisa de verdade. Não tem o romantismo da Ribeira. Nem por sombras. Ninguém tira fotos ao pôr do sol da torre do relógio da Câmara para o álbum de férias (bom — alguns turistas tiram, mas poucos). O que tem em vez disso é escala, praticidade, e uma seriedade cívica que o bairro do rio nem se dá ao trabalho de ter. Quem procura acompanhantes Aliados costuma querer precisamente isso: um encontro com ar de negócio, não de cartão postal.

Acompanhantes Aliados: Que Tipo De Bairro É Este, Na Verdade?

Arquitetonicamente, a avenida exibe-se bastante. Há fachadas neoclássicas ao lado de edifícios ao estilo Beaux-Arts francês, e lá em cima, a Câmara Municipal — construída entre 1920 e 1955, com uma torre de relógio que chega aos setenta metros e domina o horizonte durante quarteirões. É grandiosa de uma forma quase exagerada, como alguém que veste o fato do casamento para ir ao trabalho todos os dias. Impressiona, ao início. Espera lá — se calhar isso não é totalmente justo, porque há quem goste mesmo de marcar encontros aqui exatamente por não tentar encantar-te da mesma forma que a Ribeira tenta. Mas continuo sem comprar assim tanto a ideia de que os Aliados são a paragem obrigatória do Porto, para ser franca; impressiona uns dez minutos e depois é só uma rua muito larga.

O que gosto — e demorei umas quantas visitas a perceber isto — é como a avenida funciona como o centro de trabalho real da cidade, e não como peça de museu. As pessoas atravessam-na todos os dias, marcam café ali, protestam ali quando há motivo. Tem menos encanto do que a Ribeira, sim, mas é mais honesta sobre o que um centro de cidade serve mesmo para fazer. Acompanhantes Aliados costumam refletir essa mesma lógica prática: menos sobre o cenário, mais sobre facilidade de acesso e um hotel com um lobby decente.

Onde É Que Se Encontra Alguém Aqui, Na Prática?

É aqui que os Aliados ganham o seu lugar. A avenida e as ruas à volta estão cheias de hotéis, desde cadeias de gama média até uns quantos edifícios antigos genuinamente grandiosos, e marcar em hotel aqui é das coisas mais simples que há no Porto — lobbies a sério, elevadores que funcionam, funcionários que já viram de tudo e não pestanejam. Também há apartamentos, sobretudo nas ruas que se espalham para o lado da Praça da Liberdade, e costumam ser mais modernos do que os que se encontram nos prédios antigos da Ribeira (tetos mais altos, melhor iluminação, esse tipo de coisa).

A discrição é mais fácil aqui do que se pensaria numa rua tão central e tão oficial. Toda a gente anda com pressa, ninguém repara em ninguém, e uma pessoa a entrar num hotel de negócios às nove da noite não chama atenção nenhuma. Talvez por isso mesmo os encontros em zona de acompanhantes Aliados aconteçam mais em hotel do que em apartamento — o anonimato de um lobby ganha à discrição de uma escadaria residencial, quase sempre. Estacionar é que é o verdadeiro problema — a avenida está hoje em grande parte pedonal, por isso convém contar com um parque perto em vez de esperar encostar o carro à porta.

Quanto É Que Isto Custa Na Prática?

Os preços à volta dos Aliados ficam numa faixa parecida com a da Ribeira, geralmente entre 110 e 200 euros por hora, mas o valor exato depende muito da pessoa, da categoria do hotel, e se é apartamento ou hotel. A imagem de bairro de negócios não significa necessariamente preços mais altos do que noutras zonas centrais do Porto — tem menos a ver com o código postal e mais com quem estás mesmo a marcar. Como sempre, trata qualquer número como base para conversa, não como preço fechado em que podes confiar de olhos fechados.

Como É Que Se Chega Até Aqui, Mesmo?

A estação de metro dos Aliados fica mesmo por baixo da avenida, na linha amarela, a Linha D, e está ali desde 2005 — sobes as escadas rolantes e já estás no meio de tudo, sem caminhar mais nada, o que já é mais do que se pode dizer da maior parte do centro do Porto. Há também uma paragem de elétrico perto, mais um número considerável de linhas de autocarro a convergir na zona: chegar aqui de quase qualquer sítio da cidade raramente demora mais de quinze ou vinte minutos. Na quinta-feira passada ao fim da tarde subi a pé desde São Bento com o meu amigo Duarte, a passar por umas montras a fechar e por um músico de rua particularmente insistente que tocava as mesmas três músicas de sempre, com um cheiro a castanha assada a vir de um carrinho perto do topo da subida. Cinco minutos, talvez menos. Vindo do aeroporto, o metro vai direto aos Aliados na mesma linha, sem mudanças — o que torna este, sinceramente, um dos bairros mais fáceis de alcançar sem carro na cidade toda…

Duvidas? Nos temos as respostas.

É mais central, menos turístico, e tem imensos hotéis por perto, o que facilita muito os encontros fora de casa. Tem menos encanto do que a Ribeira, mas muito mais praticidade.

Geralmente entre 110 e 200 euros por hora, semelhante à Ribeira, mas depende sobretudo da pessoa e da categoria do hotel, não tanto do bairro em si. Trata qualquer valor como ponto de partida, nunca como garantia.

Sim — a estação Aliados fica mesmo por baixo da avenida, na Linha D, a amarela, desde 2005, com paragem de elétrico e várias linhas de autocarro por perto.

Em hotel, claramente. A avenida e as ruas à volta têm imensos, de cadeias de gama média a edifícios antigos mais grandiosos, e a discrição costuma ser mais fácil do que numa escadaria residencial.

A uns cinco minutos a pé a subir, a passar por umas montras, o que torna esta uma das ligações centrais mais fáceis de fazer a pé no Porto.

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